LIBERDADEEEEEEEEEEE
Pois é, acabou.
Ontem foi o dia oficial, o marco no fim dessa trajetória maldita que foi a faculdade. Me lembrei de todas as frustrações que passei naquele antro, nas mãos daquelas pessoas, e foi como lavar a alma. O mínino, mínimo mesmo, que eu poderia receber seria o diploma. E o certificado já está nas minhas mãos.
Eu não aprendi nada consistente em termos artísticos naquele lugar, mas uma coisa ele me ensinou: existem víboras em qualquer lugar; nem sempre confiamos em quem deveríamos; e temos a mais singela OBRIGAÇÃO de passar por cima das adversidades, especialmente das caudadas pela nossa própria burrice. Foram outros tipos de lição, mas que levarei comigo da mesma forma.
Sei que muitos que foram importantes nessa jornada não mais lêem o blog, mas eu não os culpo. Fica aqui, porém, meu agradecimento, por terem me empurrado nesses quatro anos até o momento derradeiro. Vocês fizeram parte dessa jornada, e a vitória também é sua. Obrigada.
P.S: Não têm relação com o post, mas eu tenho que desabafar em algum lugar (ainda mais aqui, que ninguém lê): me nego a ficar entrando em comunidades orkutianas puxa-saco. É o ápice supremo da panelinha, do "eu sou amigo de fulano, vc ñ é??? que coisa hein?". Vi comunidades de pessoas que gosto, mas não pretendo compactuar com esse tipo de babaquice. De repente é inveja, vai saber, sempre fui chegada em ter um milhão de amigos mas trabalhar pra isso, que é bom... não é comigo. Sou acomodada, sou sossegada, me contento com pouco, no final das contas.
Bem, é isso. Nada de "Eu amo o fulaninho" pra mim.
Ontem foi o dia oficial, o marco no fim dessa trajetória maldita que foi a faculdade. Me lembrei de todas as frustrações que passei naquele antro, nas mãos daquelas pessoas, e foi como lavar a alma. O mínino, mínimo mesmo, que eu poderia receber seria o diploma. E o certificado já está nas minhas mãos.
Eu não aprendi nada consistente em termos artísticos naquele lugar, mas uma coisa ele me ensinou: existem víboras em qualquer lugar; nem sempre confiamos em quem deveríamos; e temos a mais singela OBRIGAÇÃO de passar por cima das adversidades, especialmente das caudadas pela nossa própria burrice. Foram outros tipos de lição, mas que levarei comigo da mesma forma.
Sei que muitos que foram importantes nessa jornada não mais lêem o blog, mas eu não os culpo. Fica aqui, porém, meu agradecimento, por terem me empurrado nesses quatro anos até o momento derradeiro. Vocês fizeram parte dessa jornada, e a vitória também é sua. Obrigada.
P.S: Não têm relação com o post, mas eu tenho que desabafar em algum lugar (ainda mais aqui, que ninguém lê): me nego a ficar entrando em comunidades orkutianas puxa-saco. É o ápice supremo da panelinha, do "eu sou amigo de fulano, vc ñ é??? que coisa hein?". Vi comunidades de pessoas que gosto, mas não pretendo compactuar com esse tipo de babaquice. De repente é inveja, vai saber, sempre fui chegada em ter um milhão de amigos mas trabalhar pra isso, que é bom... não é comigo. Sou acomodada, sou sossegada, me contento com pouco, no final das contas.
Bem, é isso. Nada de "Eu amo o fulaninho" pra mim.

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