Notícias do Front - Observando e aprendendo...
Pois bem...
Nunca gostei muito de crianças. Especialmente porque as chatas são muito mais freqüentes do que as legais, ou porque via muita criança mimada e isso me dava nos nervos.
O que aconteceu no final das contas é que fui trabalhar exatamente com elas. Primeiro, com decoração de festa infantil (tente convencer um pirralho de 2 anos que aquele pokemon em cima da mesa NÃO é dele...)
Hoje, trabalho num shopping beeem movimentado que é cheio delas; tanto das que se vêem como crianças, como dos idiotas de 13 anos que acreditam que têm 23. Não sei dizer o que é pior: o bestinha de 6 se esgoelando na minha frente pra que a mãe dê o brinquedo que ele necessita pra viver, ou o bestinha aborrescente que vem todo metido com os amigos e diz que card game é RPG só pra dar uma de espertão.
De todos esses casos, uma lição eu tirei: a culpa é dos pais.
Bem, 80% dos pais.
Eu acredito em gênio pessoal, em uma tendência que nasce com a pessoa. Essa tendência, aí sim, é influenciada pelos pais para crescer ou pro lado insuportável, ou pro lado sociável.
Nunca dei muito ouvidos a essas teorias de influências paternas, mas elas realmente se mostraram eficientes.
É hilariante ver que por trás daquela criança se esgoelando, têm uma mãe perua histérica ou uma sonsa que faz tudo o que a criança quer; da mesma forma que têm os pais que compram o amor do filho com brinquedos de 200 reais e depois reclamam que eles só querem bens materiais.
E têm o lado bom também: de crianças que são mais educadas do que pessoas com o quádruplo da idade delas, crianças que sempre dizem "por favor" e "obrigado".
Aliás, foi trabalhando com o público que descobri o quanto é gostoso e um alívio quando alguém agradece algum favor, mesmo ínfimo.
Mas essas pessoas andam tão raras lá na minha torre maligna...
Nunca gostei muito de crianças. Especialmente porque as chatas são muito mais freqüentes do que as legais, ou porque via muita criança mimada e isso me dava nos nervos.
O que aconteceu no final das contas é que fui trabalhar exatamente com elas. Primeiro, com decoração de festa infantil (tente convencer um pirralho de 2 anos que aquele pokemon em cima da mesa NÃO é dele...)
Hoje, trabalho num shopping beeem movimentado que é cheio delas; tanto das que se vêem como crianças, como dos idiotas de 13 anos que acreditam que têm 23. Não sei dizer o que é pior: o bestinha de 6 se esgoelando na minha frente pra que a mãe dê o brinquedo que ele necessita pra viver, ou o bestinha aborrescente que vem todo metido com os amigos e diz que card game é RPG só pra dar uma de espertão.
De todos esses casos, uma lição eu tirei: a culpa é dos pais.
Bem, 80% dos pais.
Eu acredito em gênio pessoal, em uma tendência que nasce com a pessoa. Essa tendência, aí sim, é influenciada pelos pais para crescer ou pro lado insuportável, ou pro lado sociável.
Nunca dei muito ouvidos a essas teorias de influências paternas, mas elas realmente se mostraram eficientes.
É hilariante ver que por trás daquela criança se esgoelando, têm uma mãe perua histérica ou uma sonsa que faz tudo o que a criança quer; da mesma forma que têm os pais que compram o amor do filho com brinquedos de 200 reais e depois reclamam que eles só querem bens materiais.
E têm o lado bom também: de crianças que são mais educadas do que pessoas com o quádruplo da idade delas, crianças que sempre dizem "por favor" e "obrigado".
Aliás, foi trabalhando com o público que descobri o quanto é gostoso e um alívio quando alguém agradece algum favor, mesmo ínfimo.
Mas essas pessoas andam tão raras lá na minha torre maligna...

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