terça-feira, abril 18, 2006

18/04/2006 Jesus, Mary, Joseph & Camel

Então... né? Correndo atrás do tempo perdido em ritmo acelerado:

- Meu Natal foi esquisito por pressões alheias, mas dane-se, passei por isso como passo por tudo.
- Meu ano tinha começado até bem, porque a razão da pressão chata do natal tinha aparentemente sido corrigida -de novo- então as coisas pareciam correr bem.
- Aí o objeto de pressão disse que não sabia o que queria da vida e eu quase que volto à estaca zero. How great.
- Então, eis a grande bomba: fui demitida sem motivo. OK, claro que teve um motivo; complô de duas vacas cujo nome não citamos proque elas são paranóicas e se acham meu blog, tô fudida Bátima.
-Desempregada e mal-amada, essa era a vida que eu não quis... Tá, não tão mal-amada assim, porque gato escaldado têm medo de água fria e sente o cheio da mesma a metros de distância, então eu estava zen. Aí ele bota uma foto meiga nossa no orkut dele, e eu fico me questionando se as coisas, finalmente, depois de quase 4 anos (QUATRO ANOS) vão passar pra um terreno naturalmente mais sério.
-Arrumo emprego de recepção numa agência de publicidade. OK, Legal, quebra um galhão enquanto eu ganho o mesmo que antes mas trabalho bem menos!
-E ele resolve que não sabe o que quer mesmo e, DE NOVO, pede um tempo pra pensar. Que obviamente não vai usar pra pensar, e como ele não lê esse blog eu posso escrever sem medo.
-Aí eu olho outros casais, e as coisas que eles fazem um com o outro, desde bilhetinhos de amor ao simples fato de colocar "comprometido" naquela opção do orkut; e eu percebo que, puxa vida, eu não tinha isso há MUITOS MESES. E que eu sinto falta disso, desse tipo de coisa que pode parecer besteira e no fundo deve ser mesmo, mas somos todos humanos e por conseqüência, bestas. Não me condeno por querer um testimonial de quem eu amo.
-E eu atraio esse tipo de confusão, é incrível. No começo é um sonho, mas eles se acomodam, e o sonho acaba como em uma música. Aí eu dou replay, replay de novo, mas não adianta só você fazer o serviço. Eu ainda gosto daquele salafrário, mas tudo têm um limite. Quando eu chego no meu, as coisas ficam... desagradáveis.
-E a mais idiota de todos sou euzinha, que me acho velha demais pra iniciar um relacionamento amoroso com algum tipo de profundidade aos 26 anos. Isso não existe, nunca vi existir. Uma coisa é você errar com 21, outra é errar várias vezes e chegar nos 26 achando que vai virar uma encalhada.

P.S.: Leia esse post com tom de humor negro e você pegou o clima atual.

0 Comentários:

Postar um comentário

Assinar Postar comentários [Atom]

<< Página inicial