Gatos
( atenção: este é um post enorme. Apreciaria mutíssimo se lessem até o final; apesar da extensão ele não está nada cansativo. Obrigada)
Conheço um exército de pessoas, a sua maioria mulheres, que amam gatos. A palavra-chave para explicar o gosto por eles é que gatos são "fofos, independentes, misteriosos, carinhosos" e outros termos mais meigos ainda.
Não tenho essa paixão pelos felinos (apenas por um em especial) porque a independência deles acaba esbarrando demais na minha própria, essencialmente também felina. Acho-os mais bonitos do que boa parte dos cachorros mas como beleza não põe a mesa... é melhor deixá-los onde estão e eu no meu canto. Gosto deles, mas na casa dos outros.
E conversando com o meu felino que não têm corpo de gato, estava pensando sobre a imagem que costumam fazer dos gatos em quadrinhos, desenhos animados e outros.
Na maioria deles, o gato é o vilão cruel e maniqueísta. Nos em que ele não é um antagonista de respeito, ele é o tonto que é usado de saco de pancadas pelos heróis, geralmente bichinhos medíocres e pequeninos como passarinhos e ratos. E em boa parte do mundo oriental, onde a imagem do gato não foi associada com bruxaria e outras atividades "demoníacas", o gato é a coisinha fofinha peluda que é tradicionalmente o bichinho do herói/heroína (principalmente elas)
Os Gatos da minha Vida
Entre todos os felinos da mídia, alguns tiveram uma atenção mais especial de minha parte, seja pelo lado bom ou pelo lado péssimo. Ei-los:
- Frajola e Tom: Estes vêm numa mesma categoria porque desenvolvem-se praticamente sobre a mesma ótica dos distúrbios alimentares que os tornam maníaco-obsessivos. Ao vislumbrarem o objeto de desejo, seja um passarinho gay ou um rato prepotente. Toda a inteligência e perspicácia felina cai por terra com esses dois exemplares peludos, vítimas de um preconceito comum na época de que o gato é mau e deve ser punido por séculos de males à raça humana (apesar do alvo deles serem animaizinhos).
Influência na minha vida: péssima. Fez-me achar gatos uns idiotas durante muitos anos da infância.
- O Gato Risonho ( Cheshire Cat): Não o da Disney; o de verdade, do Lewis Carroll. O problema da empresa do tio Waldisney é que costumam perverter os melhores personagens dos clássicos para ficarem agradáveis e compreensíveis aos olhos das crianças, como se elas fossem tolinhas sem malícia. Ah não, não as crianças que vejo por aí...
Mais do que o Chapeleiro e a Lebre, o Gato é o que mais apresenta elementos da loucura à Alice, e mostra que todos somos alienados em algum grau. E ele sorri; e um sorriso de gato só pode ser algo ameaçador, belo, intrigante e insano.
Influência na minha vida: altíssima. Minha citação preferida vêm dele ( “Mas eu não quero me encontrar com gente louca", disse Alice./"Você não pode evitar isso" replicou o gato."Todos aqui somos loucos: eu sou louco, você é louca."/"Como sabe que sou louca?"/"Deve ser, ou não estaria aqui.")
- Garfield: Este foi outra afronta à imagem felina enraizada no imaginário humano. Mostra que os felinos não precisam ser idiotas nem caçadores vorazes de bichinhos; que podem ser extremamente preguiçosos, adeptos da lei do menor esforço, ser donos de um humor irônico e absorver características de seus donos (ou contrapontos desses, como é o caso do nosso querido peludo laranja). Garfield é um exemplo de vida que deveria ser seguido por muitos humanos bitolados com seus compromissos vazios. Isso sem falar de lasanhas... Influência na minha vida: grande. Não corria atrás de tirinhas dele nem tinha réplicas de pelúcia, mas não torço o nariz e leio o que cair nas minhas mãos (e tenho um chaveiro dele com cara de pidão, que é a síntese de tudo o que ele é.)
- o Gato Félix: Esse entra na categoria mítica. Pra ser sincera, eu via seus desenhos quando era mais nova mas as TVs nunca foram muito amigas dele (talvez graças àquela mentalidade Waldisney de criar adultos burros e limitados e sensíveis num sentido péssimo.) Peçam-me pra descrever algo sobre o Félix, e a única coisa relevante que poderia dizer é que ele têm um traço que me agrada e que ele carrega a bolsa amarela mais bacana do mundo. Juntamente com seu colega Risonho, Sr. F entra na categoria de “gatos lisérgicos”- porque a maleta dele só veio de uma cabeça muito alucinógena, juntamente com os cenários absurdos. Ele tinha um carro voador, não tinha??
Influência na minha vida: Obscura. Mas eu quero aquela bolsinha...
- Comichão (ou seria Coçadinha?): Não precisa nem de citação: Nhá nhá, nhá nhá, nhá nhá nhá nhá nhá, the Itchy and Scratchy Shoooooow!!! Aaaaaaaaahhhhh!!!
Influência na minha vida: Extrema. Como condenar Bart e Lisa por serem fãs de algo tão politicamente incorreto e delicioso?
- o Gato de Botas: Criatura mítica juntamente com o Risonho, mas vítima de uma “nulização” da sociedade. Quero ver quem saberia contar a história dele com detalhes, até o finalzinho! É como Chapeuzinho Vermelho: pode ter certeza de que ele matava alguém, comia a cabeça do dono no final e ainda saía por aí de reino em reino arrumando um trouxa pra enriquecer e, depois, arruinar. Mas ele é um ideal de gato: esperto, inteligente (há distinção entre as duas, sim senhor), parcialmente humanizado por andar em duas patas mas com uma malícia que poderia vir de um reles Homo sapiens...
Influência na minha vida: Diluída mas ainda presente. Eu tinha um livro com a história dele, mas como querem emburrecer as crianças cada vez mais, reduziram sua saga para umas 5 páginas e tudo o que chegou a mim foram poucas peripécias; mas ainda assim relevantes. Decididamente um dos melhores personagens de contos-de-fadas.
- os Aristogatas: OK, eu falei mal do sr. D, mas esse é um desenho respeitado protagonizado apenas por gatos! Mostra nitidamente os dois tipos de felinos comuns e aceitos pela sociedade (o lado vadio e o lado “nobre”) e obviamente mostra que o lado malandro é mais feliz. Tendencioso, e muito, esse desenho. Perguntem ao gato sarnentinho ali da esquina se ele prefere ficar em sua aconchegante caixa de papelão ou se preferirá um pires de leite e uma cama quentinha! Oras...hunf! Ao menos está provado que os gatos têm o melhor gosto musical de todos os animais animados...
Influência na minha vida: Relativa. Mas aquela banda de jazz...wow...
- Manda-Chuva e sua turma: Extensão do lado citado acima, é o apogeu da malandragem e liberdade felina. Aqui eles até tentam consertar o erro anterior, mostrando para as crianças que abandonar seus gatinhos na rua achando que eles se tornarão músicas e serão felizes pode não ser bem assim e render um guarda Belo em seu encalço; mas sem muito sucesso, obviamente. Curioso terem colocado sotaques de diversas regiões do país para cada um dos gatos, fico pensando qual sotaque americano seria o equivalente ao do gato que falava com sotaque de pernambucano...
E quem não têm simpatia pelo Batatinha?
Influência na minha vida: Média. Mas vale por colocar um bando de gatos como protagonistas e não centrar tudo em duelos de cães e gatos.
E já que citamos...
- Mr. Tinkles: Certo, o filme “Cães e Gatos” é centrado no clichê-mor “gatos-maus-cãezinhos-bons”, mas como não se apaixonar por Mr. Tinkles, a bola-de-pêlo branca mais maquiavélica da história?? Aquele gato é o melhor de todos, juntamente com todos os outros exemplares felinos do filme, impagáveis: os gatos ninjas, o terrorista russo...
Influência na minha vida: Grande. Citações e trejeitos dele foram usados durante muito tempo, e eu quero um gato peludo com cara de joelho como ele (ops...quer dizer, quero que ALGUÉM tenha um gato peludo etc etc...)
- o Gato do Fat Freddy: E era uma vez um grupo de drogados típicos dos anos 70 chamados “The Fabulous Furry Freak Brothers”. E eis que um de seus membros tinha um gato, que não tinha nome! O Gato muito raramente tinha falas, mas só as atitudes típicas de um felino vivendo numa espelunca com um dono que era praticamente o seu próprio bichinho de estimação valem por horas de risadas.
Influência sobre minha vida: Hilariante, e ótima pra desfazer qualquer aura de dignidade que os felinos podiam ter.
- Hello Kitty: Ela é meiga. Ela é fofa. Ela é doce. Ela é a paixão das menininhas. Ela usa um lacinho. Ela ama cor-de-rosa. Ela têm uma família de outros gatinhos. Ela têm amiguinhos que são bichinhos fofinhos. Ela é japonesa. Ela pode aparecer em meios tão diversos quanto uma lapiseira, uma calcinha ou um celular. Ela não têm boca. Ela é muito feminina. Ela é branca.
Ela é uma gueixa animizada.
E ela me dá medo.... o.o
Influência na minha vida: grande. Ora, qual menina nunca teve nem uma borrachinha importada de Hong Kong com a carinha dela, hein? Que Barbie o quê, Hello Kitty é tudo o que queríamos ser... meigas, fofas e educadas...
Existem mais, muito mais: se fosse listar todos os gatos que já vi, li ou assisti, seria um post ainda maior. Mas essa coletânea só mostra a complexidade que os felinos podem obter, a despeito de outros animais cujos estereótipos são muito menos flexíveis que os dos gatos.
Longa vida aos seres de sete vidas...
UPDATE: Sim, eu ia citar o Cruel, mascote do digníssimo Gargamel; mas fiquei pensando se ele tinha sido assim tão influente na minha vida ...
Bem...
Acho que a influência do bichano me fez acreditar que duendezinhos azuis devem ser deliciosos....nham....
Nicneven
( atenção: este é um post enorme. Apreciaria mutíssimo se lessem até o final; apesar da extensão ele não está nada cansativo. Obrigada)
Conheço um exército de pessoas, a sua maioria mulheres, que amam gatos. A palavra-chave para explicar o gosto por eles é que gatos são "fofos, independentes, misteriosos, carinhosos" e outros termos mais meigos ainda.
Não tenho essa paixão pelos felinos (apenas por um em especial) porque a independência deles acaba esbarrando demais na minha própria, essencialmente também felina. Acho-os mais bonitos do que boa parte dos cachorros mas como beleza não põe a mesa... é melhor deixá-los onde estão e eu no meu canto. Gosto deles, mas na casa dos outros.
E conversando com o meu felino que não têm corpo de gato, estava pensando sobre a imagem que costumam fazer dos gatos em quadrinhos, desenhos animados e outros.
Na maioria deles, o gato é o vilão cruel e maniqueísta. Nos em que ele não é um antagonista de respeito, ele é o tonto que é usado de saco de pancadas pelos heróis, geralmente bichinhos medíocres e pequeninos como passarinhos e ratos. E em boa parte do mundo oriental, onde a imagem do gato não foi associada com bruxaria e outras atividades "demoníacas", o gato é a coisinha fofinha peluda que é tradicionalmente o bichinho do herói/heroína (principalmente elas)
Os Gatos da minha Vida
Entre todos os felinos da mídia, alguns tiveram uma atenção mais especial de minha parte, seja pelo lado bom ou pelo lado péssimo. Ei-los:
- Frajola e Tom: Estes vêm numa mesma categoria porque desenvolvem-se praticamente sobre a mesma ótica dos distúrbios alimentares que os tornam maníaco-obsessivos. Ao vislumbrarem o objeto de desejo, seja um passarinho gay ou um rato prepotente. Toda a inteligência e perspicácia felina cai por terra com esses dois exemplares peludos, vítimas de um preconceito comum na época de que o gato é mau e deve ser punido por séculos de males à raça humana (apesar do alvo deles serem animaizinhos).
Influência na minha vida: péssima. Fez-me achar gatos uns idiotas durante muitos anos da infância.
- O Gato Risonho ( Cheshire Cat): Não o da Disney; o de verdade, do Lewis Carroll. O problema da empresa do tio Waldisney é que costumam perverter os melhores personagens dos clássicos para ficarem agradáveis e compreensíveis aos olhos das crianças, como se elas fossem tolinhas sem malícia. Ah não, não as crianças que vejo por aí...
Mais do que o Chapeleiro e a Lebre, o Gato é o que mais apresenta elementos da loucura à Alice, e mostra que todos somos alienados em algum grau. E ele sorri; e um sorriso de gato só pode ser algo ameaçador, belo, intrigante e insano.
Influência na minha vida: altíssima. Minha citação preferida vêm dele ( “Mas eu não quero me encontrar com gente louca", disse Alice./"Você não pode evitar isso" replicou o gato."Todos aqui somos loucos: eu sou louco, você é louca."/"Como sabe que sou louca?"/"Deve ser, ou não estaria aqui.")
- Garfield: Este foi outra afronta à imagem felina enraizada no imaginário humano. Mostra que os felinos não precisam ser idiotas nem caçadores vorazes de bichinhos; que podem ser extremamente preguiçosos, adeptos da lei do menor esforço, ser donos de um humor irônico e absorver características de seus donos (ou contrapontos desses, como é o caso do nosso querido peludo laranja). Garfield é um exemplo de vida que deveria ser seguido por muitos humanos bitolados com seus compromissos vazios. Isso sem falar de lasanhas... Influência na minha vida: grande. Não corria atrás de tirinhas dele nem tinha réplicas de pelúcia, mas não torço o nariz e leio o que cair nas minhas mãos (e tenho um chaveiro dele com cara de pidão, que é a síntese de tudo o que ele é.)
- o Gato Félix: Esse entra na categoria mítica. Pra ser sincera, eu via seus desenhos quando era mais nova mas as TVs nunca foram muito amigas dele (talvez graças àquela mentalidade Waldisney de criar adultos burros e limitados e sensíveis num sentido péssimo.) Peçam-me pra descrever algo sobre o Félix, e a única coisa relevante que poderia dizer é que ele têm um traço que me agrada e que ele carrega a bolsa amarela mais bacana do mundo. Juntamente com seu colega Risonho, Sr. F entra na categoria de “gatos lisérgicos”- porque a maleta dele só veio de uma cabeça muito alucinógena, juntamente com os cenários absurdos. Ele tinha um carro voador, não tinha??
Influência na minha vida: Obscura. Mas eu quero aquela bolsinha...
- Comichão (ou seria Coçadinha?): Não precisa nem de citação: Nhá nhá, nhá nhá, nhá nhá nhá nhá nhá, the Itchy and Scratchy Shoooooow!!! Aaaaaaaaahhhhh!!!
Influência na minha vida: Extrema. Como condenar Bart e Lisa por serem fãs de algo tão politicamente incorreto e delicioso?
- o Gato de Botas: Criatura mítica juntamente com o Risonho, mas vítima de uma “nulização” da sociedade. Quero ver quem saberia contar a história dele com detalhes, até o finalzinho! É como Chapeuzinho Vermelho: pode ter certeza de que ele matava alguém, comia a cabeça do dono no final e ainda saía por aí de reino em reino arrumando um trouxa pra enriquecer e, depois, arruinar. Mas ele é um ideal de gato: esperto, inteligente (há distinção entre as duas, sim senhor), parcialmente humanizado por andar em duas patas mas com uma malícia que poderia vir de um reles Homo sapiens...
Influência na minha vida: Diluída mas ainda presente. Eu tinha um livro com a história dele, mas como querem emburrecer as crianças cada vez mais, reduziram sua saga para umas 5 páginas e tudo o que chegou a mim foram poucas peripécias; mas ainda assim relevantes. Decididamente um dos melhores personagens de contos-de-fadas.
- os Aristogatas: OK, eu falei mal do sr. D, mas esse é um desenho respeitado protagonizado apenas por gatos! Mostra nitidamente os dois tipos de felinos comuns e aceitos pela sociedade (o lado vadio e o lado “nobre”) e obviamente mostra que o lado malandro é mais feliz. Tendencioso, e muito, esse desenho. Perguntem ao gato sarnentinho ali da esquina se ele prefere ficar em sua aconchegante caixa de papelão ou se preferirá um pires de leite e uma cama quentinha! Oras...hunf! Ao menos está provado que os gatos têm o melhor gosto musical de todos os animais animados...
Influência na minha vida: Relativa. Mas aquela banda de jazz...wow...
- Manda-Chuva e sua turma: Extensão do lado citado acima, é o apogeu da malandragem e liberdade felina. Aqui eles até tentam consertar o erro anterior, mostrando para as crianças que abandonar seus gatinhos na rua achando que eles se tornarão músicas e serão felizes pode não ser bem assim e render um guarda Belo em seu encalço; mas sem muito sucesso, obviamente. Curioso terem colocado sotaques de diversas regiões do país para cada um dos gatos, fico pensando qual sotaque americano seria o equivalente ao do gato que falava com sotaque de pernambucano...
E quem não têm simpatia pelo Batatinha?
Influência na minha vida: Média. Mas vale por colocar um bando de gatos como protagonistas e não centrar tudo em duelos de cães e gatos.
E já que citamos...
- Mr. Tinkles: Certo, o filme “Cães e Gatos” é centrado no clichê-mor “gatos-maus-cãezinhos-bons”, mas como não se apaixonar por Mr. Tinkles, a bola-de-pêlo branca mais maquiavélica da história?? Aquele gato é o melhor de todos, juntamente com todos os outros exemplares felinos do filme, impagáveis: os gatos ninjas, o terrorista russo...
Influência na minha vida: Grande. Citações e trejeitos dele foram usados durante muito tempo, e eu quero um gato peludo com cara de joelho como ele (ops...quer dizer, quero que ALGUÉM tenha um gato peludo etc etc...)
- o Gato do Fat Freddy: E era uma vez um grupo de drogados típicos dos anos 70 chamados “The Fabulous Furry Freak Brothers”. E eis que um de seus membros tinha um gato, que não tinha nome! O Gato muito raramente tinha falas, mas só as atitudes típicas de um felino vivendo numa espelunca com um dono que era praticamente o seu próprio bichinho de estimação valem por horas de risadas.
Influência sobre minha vida: Hilariante, e ótima pra desfazer qualquer aura de dignidade que os felinos podiam ter.
- Hello Kitty: Ela é meiga. Ela é fofa. Ela é doce. Ela é a paixão das menininhas. Ela usa um lacinho. Ela ama cor-de-rosa. Ela têm uma família de outros gatinhos. Ela têm amiguinhos que são bichinhos fofinhos. Ela é japonesa. Ela pode aparecer em meios tão diversos quanto uma lapiseira, uma calcinha ou um celular. Ela não têm boca. Ela é muito feminina. Ela é branca.
Ela é uma gueixa animizada.
E ela me dá medo.... o.o
Influência na minha vida: grande. Ora, qual menina nunca teve nem uma borrachinha importada de Hong Kong com a carinha dela, hein? Que Barbie o quê, Hello Kitty é tudo o que queríamos ser... meigas, fofas e educadas...
Existem mais, muito mais: se fosse listar todos os gatos que já vi, li ou assisti, seria um post ainda maior. Mas essa coletânea só mostra a complexidade que os felinos podem obter, a despeito de outros animais cujos estereótipos são muito menos flexíveis que os dos gatos.
Longa vida aos seres de sete vidas...
UPDATE: Sim, eu ia citar o Cruel, mascote do digníssimo Gargamel; mas fiquei pensando se ele tinha sido assim tão influente na minha vida ...
Bem...
Acho que a influência do bichano me fez acreditar que duendezinhos azuis devem ser deliciosos....nham....
Nicneven

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