terça-feira, janeiro 06, 2004

Got to keep the loonies on the path...

Primeiro post do ano.

(bela merdaaaaaa!!!!!!!!!!)

Lantis, caso leia: gostaria que me auxiliasse em um template novo. Algo bem simples, em tons frios. Providenciarei a imagem em breve (terá que ser algo especial pro perído nefasto).

Ah, é mesmo. O ano mal começou e já veio com pequenas desgracinhas, especialmente sobre minha situação no Convento dos Infernos (atualmente mais conhecido como A Espelunca). Sabe aquele tipo de oba-oba que sempre ouvimos sobre ano novo? Que "vai ser muito melhor do que o outro!","esse ano vai ser diferente!"...

BA-LE-LA.
LO-RO-TA.

Não conseguimos mudar tudo o que gostaríamos que mudasse. É certo que o desejo humano pode explodir galáxias e mover céus e terra, mas certas coisas, certas pequenas coisinhas fogem do nosso alcance e controle.
É aí que entra a fé, a teimosia, a paciência e outros adjetivos adjacentes.
No momento não estou muito com nenhum deles, e talvez essa inércia é que, afinal de contas, me faça sobreviver perante as dificuldades.

(ah, sim: xinguei, gritei, chorei, esperneei, fiquei apática e ameacei cortar os pulsos, como de praxe. Essa reflexão acima é apenas o fruto do momento "após a tempestade vêm a bonança". Embora bonança me remeta a seriados clichês ruins...)

2004 não será um ano de dar a cara à tapa. Será algo como ser subitamente agarrado e tomar porrada na boca do estômago.
É um final de ciclo; estava pensando que seria apenas um, mas refletindo bem noto que são vários. Um mais grave que o outro, por sinal.

No ano que passou, confesso que me senti muito abandonada. Não vi os amigos direito (apenas em raras ocasiões especiais), 2003 havia começado em um verdadeiro pé-de-guerra em assuntos de coração (que graças a todos os deuses, nesse aspecto, 2004 começou maravilhosamente bem e assim prosseguirá), tive o estágio, que me fez brincar de gente grande e perceber que trabalho e estudo juntos faz com que nos metamorfoseemos (ugh) em camelos: andando em fila indiana, com cargas pesadíssimas nas costas que no fundo não gostaríamos de estar carregando, e nem conseguimos comentar como está o tempo com nosso colega dromedário, porque estamos na já citada fila indiana e se sairmos da linha...ah, nem existe essa possibilidade...

nesse ano, acho que continuarei sendo um camelo. Mas gostaria muito de camelar com os amigos. Parece que não, mas se não fossem eles eu nem camelaria sozinha.

Ah, chega!
Quero me metamorfosear em uma liiiinda andorinha e sair voando por essa janela desse estágio sacal.....

(meu deus, comecei o ano com -1 de sanidade)

Nicneven

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